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terça-feira, 14 de setembro de 2010


O poder da música - terapia musical para tratar o autismo.



A terapia musical é um método de tratamento relativamente novo para pacientes do autismo, mas um que não deve negligenciar ao discutir opções. Pacientes que recebem a terapia musical frequentemente se a grande melhoria na temperamento e habilidades da aprendizagem. A música conecta à parte non-verbal de nossos cérebros, fazendo lhe uma terapia perfeita para as desordens em que o paciente tem o problema que se comunica, como o autismo. Pesquise este método de tratamento inovativo se você está procurando alguma ajuda com autismo e não teve muita sorte no passado.

A terapia musical é eficaz porque pode ser usada conjuntamente com a aprendizagem de habilidades sociais. A música é um meio muito non-threatening para pacientes, e muitos jogos podem ser jogados usando a música para ajudar a melhorar habilidades sociais e comportáveis. Por contato de olho encorajador ao cantar ou ao usar os instrumentos que precisam de começ perto da cara, a terapia musical pode ajudar indivíduos autísticos a quebrar barreiras sociais.

O one-way do número que a terapia musical pode ajudar crianças, assim como uns pacientes autísticos mais idosos, é ajudando com o desenvolvimento de habilidades do discurso. A música é uma maneira de conectar as funções verbais e non-verbal no cérebro. Os indivíduos autísticos podem ter vários formulários de problemas do discurso. Alguns puderem somente zumbir, grunhir, ou fazer outros ruídos da não-palavra, quando outro frases sem-sentido do cavaco ou gritos. Ainda outro ganham a capacidade para unir frases e sentenças para comunicar-se com o mundo, embora estes faltem geralmente a emoção. Os povos autísticos são conhecidos para vozes monotone. Entretanto, não importa como hábil o indivíduo é com discurso, ou podem participar na terapia musical por ritmos de aplauso, zumbindo longitudinalmente, ou fazendo canções de eco simples.

Os indivíduos autísticos são encontrados geralmente para ser particular bons na música. Alguns, por exemplo, têm o passo perfeito. Outro podem jogar um instrumento particular muito bem, com pouca instrução. Mesmo se ou mostram a nenhum gênio a habilidade musical por padrões normais, você pode encontrar que um particular duro tratar a pessoa autística tem as habilidades na música que excedem suas outras habilidades. Um terapeuta musical pode usar a música como uma maneira de lig este tipo da aprendizagem com outros tipos da aprendizagem, não somente como o desenvolvimento do discurso e o desenvolvimento comportável social discutidos tão previamente, mas também quanto uma maneira de comunicar emoções e desenvolver a memória.

Usando todas estas técnicas conjuntamente com uma outras, a terapia musical pode trabalhar maravilhas com povos que são autísticos. Os profissionais treinados podem usar a música para ensinar crianças e outro como comunicar-se nas maneiras nonverbal, facilitando a para que os pacientes aprendam. Pesquise a opção musical da terapia para fornecer o ou sua criança uma outra escolha ao tratar o autismo.

sábado, 11 de setembro de 2010

Autistas podem ser atendidos pelo Sistema Único
de Saúde


Extraído de: Assembléia Legislativa do Estado de Mato Grosso - 06 de Maio de 2009

Caso o projeto de lei seja aprovado, o SUS prestará atenção integral ao diagnostico precoce e ao tratamento dos sintomas da Síndrome do Autismo

O Sistema Único de Saúde de Mato Grosso poderá ser credenciado a prestar atenção integral ao diagnóstico precoce e ao tratamento dos sintomas da Síndrome do Autismo. As diretrizes para tratar desse assunto estão sendo discutidas na Assembleia Legislativa. Em todo o Brasil, mesmo no setor privado, são raros os centros capacitados para lidar com os autistas.

Entre as diretrizes expostas no projeto de lei está o envolvimento e a participação da família do portador da síndrome e da sociedade civil. O autista terá direito à medicação e a equipes multi e interdisciplinares para tratamento médico nas áreas de pediatria, neurologia, psiquiatria e odontologia.

Eles terão direito ainda à assistência psicológica, fonoaudiológica e pedagógica; a terapia ocupacional, a fisioterapia e a orientação familiar e, também, ensino profissionalizante e de inclusão social. De acordo com o deputado Nilson Santos (PMDB), autor da proposta, o poder público poderá firmar convênios com entidades e clínicas afins, visando o repasse de recursos para custeio ou remuneração de serviços.

"Os maiores problemas enfrentados pelos pais e mesmo pelas entidades voltadas ao tratamento são os elevados custos. Isso se dá quando é necessária uma gama muito alta de profissionais e também à falta de recursos financeiros para a compra de medicamentos", explicou o parlamentar.

Na proposta, as ações programáticas relativas à Síndrome do Autismo, assim como às questões a ela ligadas, serão definidas em normas técnicas e elaboradas pelo Executivo. Já as direções do SUS, Estadual e Municipais, garantirão o fornecimento universal e gratuito dos medicamentos, além do tratamento sob todos os aspectos, com a disponibilização de profissionais das diversas áreas.

Os sinais e os sintomas característicos aparecem antes dos três anos de idade e, de cada 10 mil crianças, entre quatro a 20 apresentam a síndrome. Ainda não há dados estatísticos precisos com predomínio em indivíduos do sexo masculino e feminino.

Entre 75% a 80% das crianças autistas apresentam algum grau de retardo mental, que pode estar relacionado a diversos fatores biológicos. O autismo não tem cura, entretanto o portador da síndrome pode ser tratado e desenvolver suas habilidades de uma forma mais intensiva do que outra pessoa que não apresente o mesmo quadro e, então, assemelhar-se muito a essa pessoa em alguns aspectos de seu comportamento.

A Síndrome do Autismo, ou simplesmente autismo, foi conceituada pela primeira vez em 1942 pelo médico austríaco Leo Kanner, especialista em psiquiatria pediátrica radicado nos Estados Unidos, como sendo uma patologia da linha das psicoses.

Hoje, a síndrome é definida como um conjunto de sintomas de base orgânica, com implicações neurológicas e genéticas. O termo "autismo" refere-se ao significado "ausente" ou "perdido". Segundo a American Society for Autism - ASA - é uma inadequacidade no desenvolvimento e se manifesta de maneira grave e incapacitante por toda a vida, caracterizando-se pelo funcionamento anormal em três áreas: de interação social, de comunicação, e de comportamento restrito e repetitivo.

Mais Informações:

Secretaria de Comunicação Social

Fone: 3901-6310

Autor: ELZIS CARVALHO/Secretaria de Comunicação

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Olá , primeiramente gostaria de agradecer pelo apoio que temos recebido durante o desenvolvimento do nosso projeto ,cada novo seguidor , ou comentário , nos incentiva sempre a se empenhar mais em nossas pesquisas.
Hoje vou postar as datas de apresentação do nosso trabalho na feira de projetos de nossa escola. Que vai acontecer nos dias 22 e 23 de setembro nos períodos manhã, tarde e noite.
Todo visitante será muito bem-vindo , esperamos que nosso projeto seja capaz de conscientizar as pessoas , para que olhem sempre com bons olhos , os portadores de autismo, tão especiais.
Abaixo , está o site de nossa escola 'ETEC TRAJANO CAMARGO' , lá vocês podem conferir a descrição de cada projeto que será apresentado durante a feira.

http://www.trajanocamargo.com.br/index.php

Obrigada , e espero vocês lá !

sexta-feira, 27 de agosto de 2010


A algum tempo encontrei uma materia sobre uma modelo que tem asperger e participou do reality show " American´s Next top Model", vou postar parte da materia.



Uma talentosa estudante de artes de Valparaíso, Indiana, ela tem uma aparência esbelta e angulosa que é perfeita para a indústria da moda. Mas sua beleza não encobre os desafios representados pela síndrome de Asperger. O programa exige que ela more numa casa com mais 12 aspirantes a modelo e ali os comentários maliciosos e críticas pelas costas são comuns. Logo no início do programa, ela parece socialmente isolada, as outras meninas cochicham sobre ela de modo que Heather possa escutar e o público pode ver a jovem portadora de Asperger chorando ao telefone em conversa com sua mãe.



Uma das meninas fica frustrada porque Heather, concentrada em arrumar sua mala, não ouve um pedido para que saia da frente. Em dado momento, as outras riem quando escolhem suas camas e Heather fica sem lugar pra dormir. “Eu gostaria de entender a piada”, lamenta Heather. “Você. Você é a piada”, retruca outra modelo, Bianca, uma estudante universitária de 18 anos que é de Queens, Nova York.



Mas, ao mesmo tempo em que os estranhos maneirismos de Heather a separam das moças que moram com ela, essas características acabam se traduzindo em um estilo fashion ultra moderno em suas sessões de fotos. Em entrevistas para televisão, ela muitas vezes olha para o lado, incapaz de estabelecer um contato olho no olho. Mas Tyra Banks, a modelo dos anos 60 Twiggy e o fotógrafo Nigel Barker, que aparecem no programa de TV, ficam impressionados com a habilidade que a jovem tem de fazer contato com câmera.
“Eu não tinha idéia de que isso seria algo tão grande”, declarou ela. “Minha mãe está muito entusiasmada. Ela viu que quando eu era criança não tinha amigos e acompanhou meu esforço. Ela está feliz que as pessoas agora estão começando a compreender isso.”

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Olá !
Pesquisando sobre nosso projeto encontrei uma notícia muito interessante, sobre possibilidades de um diagnóstico mais prático e barato. Se isso confirmar-se , será ótimo para todos, uma vez que o diagnóstico precoce facilita o desenvolvimento do autista .

LONDRES (Reuters) - Uma ressonância magnética feita em 15 minutos no futuro poderá ser usada para o diagnóstico mais fácil e barato do autismo, disseram cientistas britânicos na terça-feira.

Eles afirmaram que o teste rápido teve índice de acerto superior a 90 por cento em adultos, e que não há razão para crer que não funcione tão bem quanto em crianças.

Atualmente, o diagnóstico é feito em entrevistas e observações comportamentais que podem ser demoradas e emocionalmente desgastantes.

O autismo é um distúrbio cerebral complexo, caracterizado por dificuldades na comunicação e na interação social, podendo provocar um comprometimento de brando a profundo.

O novo método, que examina alterações estruturais na matéria cinzenta cerebral, pode estar pronto para uso geral dentro de dois anos. O próximo passo é testá-lo em crianças.

Declan Murphy, professor de psiquiatria do King's College, de Londres, disse em entrevista que o novo método permitirá um tratamento mais imediato dos pacientes, especialmente em crianças. Em alguns casos, a terapia cognitivo-comportamental e tratamentos educacionais podem ser altamente eficazes contra o transtorno.

Murphy e seus colegas, que divulgaram a descoberta na publicação Journal of Neuroscience, estudaram 20 adultos saudáveis e 20 outros com diagnostico prévio de distúrbios do espectro do autismo, o que inclui também a síndrome de Asperger.

O índice de acerto foi considerado altamente significativo, mesmo em se tratando de uma amostra tão pequena.

O exame analisa variações na forma e na estrutura de regiões cerebrais ligadas à linguagem e ao comportamento social, usando máquinas comuns de ressonância magnética por imagens.

Como o exame é muito mais rápido, acaba custando cerca de 5 por cento do valor de exames tradicionais, que podem exigir quatro a oito horas do trabalho de vários médicos. Uma ressonância cerebral custa cerca de 150 dólares.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Inclusão social da pessoa autista

Para ajudar os autistas, é fundamental que a família e amigos os tratem normalmente, tentando entendê-los em sua forma de ser e assim tentar ajudá-los, propiciando tratamento em todas as áreas que precisem. O tratamento é basicamente feito de reabilitação: psicologia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, escola, fisioterapia, musicoterapia etc. Muitas pessoas relutam em levar a criança ao psiquiatra com medo de associação à loucura. Só com informações maciças essa idéia errônea pode ser modificada.

O autismo é uma doença como o diabetes, a hipertensão e a epilepsia. Uma criança autista diagnosticada e tratada aos 12 meses tem mais chances do que se diagnosticada e tratada aos 7 anos. Imagine uma criança diabética ao nascimento e só diagnosticada e tratada aos 7 anos? Estaria com problemas irreversíveis. O ideal é que as crianças sejam encaminhadas a psiquiatras e neurologistas da área infantil.

Os autistas possuem todas as variações possíveis de inteligência, mas nem todos estão aptos à inclusão escolar, que depende de uma série de condições da escola, de seus profissionais e da capacidade da criança. Alguns são muito inteligentes e se dão bem pedagogicamente em escolas regulares, apesar de não conseguirem se socializar, pois não entendem o mundo humano e social. Outros necessitam de outras escolas, e aqueles cuja inteligência é mais comprometida têm mais possibilidades em escolas especiais.

Muitas pessoas acham estranho o comportamento dos autistas. Mas é importante integrá-los à sociedade, pois eles possuem dificuldades em fazê-lo. Há diversas técnicas para eles se sociabilizem e cada uma tem um nível de eficiência de acordo com o perfil psicossocial de cada um. Os autistas devem ser estimulados a desenvolverem todas as atividades, sem discriminação.



sábado, 14 de agosto de 2010

Ressonância cerebral pode identificar autismo, diz estudo

Uma ressonância magnética feita em 15 minutos no futuro poderá ser usada para o diagnóstico mais fácil e barato do autismo, disseram cientistas britânicos na terça-feira.
Eles afirmaram que o teste rápido teve índice de acerto superior a 90 por cento em adultos, e que não há razão para crer que não funcione tão bem quanto em crianças.
Atualmente, o diagnóstico é feito em entrevistas e observações comportamentais que podem ser demoradas e emocionalmente desgastantes.
O autismo é um distúrbio cerebral complexo, caracterizado por dificuldades na comunicação e na interação social, podendo provocar um comprometimento de brando a profundo.
O novo método, que examina alterações estruturais na matéria cinzenta cerebral, pode estar pronto para uso geral dentro de dois anos. O próximo passo é testá-lo em crianças.
Declan Murphy, professor de psiquiatria do King's College, de Londres, disse em entrevista que o novo método permitirá um tratamento mais imediato dos pacientes, especialmente em crianças. Em alguns casos, a terapia cognitivo-comportamental e tratamentos educacionais podem ser altamente eficazes contra o transtorno.
Murphy e seus colegas, que divulgaram a descoberta na publicação Journal of Neuroscience, estudaram 20 adultos saudáveis e 20 outros com diagnostico prévio de distúrbios do espectro do autismo, o que inclui também a síndrome de Asperger.
O índice de acerto foi considerado altamente significativo, mesmo em se tratando de uma amostra tão pequena.
O exame analisa variações na forma e na estrutura de regiões cerebrais ligadas à linguagem e ao comportamento social, usando máquinas comuns de ressonância magnética por imagens.
Como o exame é muito mais rápido, acaba custando cerca de 5 por cento do valor de exames tradicionais, que podem exigir quatro a oito horas do trabalho de vários médicos. Uma ressonância cerebral custa cerca de 150 dólares.
O autismo e os transtornos correlatos são diagnosticados em cerca de 1 por cento da população da Grã-Bretanha e Estados Unidos, e afeta igualmente meninos e meninas. Pesquisadores concordam que há um forte componente genético.

Fonte:www.estadao.com.br